segunda-feira, 13 de maio de 2013

Senador de DF responde pergunta de Alagoano


No próximo final de semana, o senador do estado do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg, irá responder um questionamento sobre o meio ambiente na exploração do Pré-Sal, encaminhado por mim, no programa Alô Senado, que será veiculado pela TV Senado no sábado dia 18 às 12h 15min e repetindo às 19h 45min, no domingo dia 19 nos horários às 6h 45min e às 16h 30min.
O questionamento veio ao ver na mídia varias discussões sobre os recursos do Pré-Sal, muito se falou, mas não foi divulgada a questão ambiental que é o principal impactado pela exploração do petróleo.
O Pré-Sal foi descoberto a quase 10 anos no limite marítimo Brasileiro, principalmente nas imediações dos estados do sudeste, uma grande quantidade de Petróleo submerso a uma profundidade muito grande, depois de uma camada de sal, por isso esta jazida foi batizada de Pré-Sal, é uma riqueza que pretenda deixar o Brasil livre de importação de Petróleo.
Muitas controvérsias, embates políticos e muitas divergências, vêm tomando conta quando fala do petróleo do Brasil, mas diante tudo que foi discutido, a preocupação com o meio ambiente é deixado de lado, é dito que os recursos vão serem direcionados a educação e repartidos com todos os estados brasileiros.
O programa Alô Senado é exibido todo fim de semana pela TV Senado, geralmente nos horários que mencionei, onde trata de esclarecer as duvidas dos telespectadores referentes a temas de interesse nacional, estadual e ate municipal que sejam abrangentes ao Brasil, outras características do Programa é a sua diversificação de temas, a precisão das respostas e a participação de pessoas de todo Brasil, agora é bom ficar esperto que o programa é só 15minutos.
Após a exibição, o programa estará na Internet. Para acessar, entre em www.senado.gov.br/tv e clique em ALÔ SENADO.
Quando falar o meu questionamento irá informar o meu nome completo como também a minha localidade, como esta pergunta enviei a um bom tempo e estava no cadastro antigo de Chã Grande-PE, e não Delmiro Gouveia-AL onde estou atualmente.
Quem quiser participar é muito fácil é só acessar o link que mencionei fazer a sua pergunta e preencher um cadastro com alguns dados pessoais e esperar a confirmação da seleção da sua questão.

Haroldo Oséias de Almeida – Ambientalista
ALMEIDA, Haroldo O.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Bombardeio de Meteoros na Terra


Asteróides em direção a Terra NÃO são tão raros, e quando entram em nossa atmosfera se tornam Meteoros e os seus fragmentos os cientistas chamam de meteoritos. Nos últimos dias o mundo fica em estado de alerta com os acontecimentos astronômicos recentes e principalmente com o chocante caso da região dos Montes Urais na Rússia, que coincidiu com a passagem de outro asteróide em uma órbita bem diferente.
Muito mais antigo que a própria humanidade o bombardeio de meteoros estão presentes em nosso planeta, no sistema solar e no universo.
Um ponto positivo destes astros que colidem com a terra que foram os possíveis causadores da extinção dos dinossauros e garantindo a existência da raça humana, outra ação positiva foram os minerais como água e a química essencial para a vida trazida pelos meteoros ou cometas que astrônomos e cientistas teorizam que eles os trouxeram para nosso planeta.
Os asteróides são pedaços de massa que se concentrou e não formou um planeta ou outro astro, e também pode ser restos de cometas, planetas e satélites naturais que colidiram uns com os outros e se despedaçaram, nisso se formaram em blocos de rochas. Então os meteoritos que se tem conhecimento são quatro tipos, os Palasitas, Acondritos, Condritos e Ferrosos, que tem comportamento e resistência diferentes ao tocarem a atmosfera de nosso planeta.
Palasitas são uma variação de rocha e ferro que contem cristais amarelo esverdeados, que dá uma colocarão amarela para verde e cinza metálico, em muito pouca quantidade.
Acondritos, de cor cinza, representam cerca de 3% dos meteoritos do planeta que são bem semelhantes às rochas encontradas em nosso planeta e o que diferencia é o desgaste em sua camada exterior.
Condritos, o tipo mais comum que com quase 90% dos meteoritos encontrados, talvez possam refletir a grande quantidade deles no espaço, que são formados de sedimentos restantes na nebulosa inicial do sistema solar.
Ferrosos, os mais resistentes e que deixam a humanidade em atenção, pelo fato de serem compostos de uma liga de metal ferro-níquel, dos núcleo de alguns asteróides maiores que resfriaram muito rapidamente, de todos meteoritos que foram encontrados eles representam cerca de 5%.
Com isso diariamente a terra é atingida por cerca de 100 objetos deste tipo, mas como são de extensões muito pequenas, chegando a até 2km² e formados de material rochoso, são expostos à atmosfera da terra e acabam incinerados, causando um fenômeno popularmente conhecido como Estrela Cadente.
Entre as órbitas do Planeta Marte e o Júpiter existe um Cinturão de Asteróides que forma uma órbita circular de rochas que de lá vem a maioria dos asteróides que se tornam visíveis e conhecidos.
Raramente objetos maiores vêem em direção ao nosso planeta, um dos motivos é o Planeta Júpiter com sua grande força gravitacional os atrai, sendo um grande protetor de nosso planeta, garantindo a evolução da humanidade e um pouco a segurança de nosso planeta.
Para ter uma idéia de como as colisões são constantes é observar a Lua, de uma luneta simples dá para ver varias crateras, mas ate a formação da Lua veio de uma colisão, no inicio da formação da Terra, existia um outro planeta na mesma órbita conhecido como Tea que bateu com o nosso planeta e os destroços formaram a Lua que conhecemos.
O nosso sistema solar existe milhões de asteróides, muitos deles são de tamanhos bem grandes e poderia causar estragos irreversíveis ao planeta, o fato mais importante que muitos deles estão sendo monitorados por astrônomos do mundo inteiro. Mas estamos sempre nos surpreendendo com alguns asteróides menores que colidem com nosso planeta, que nos assustam e causam estragos em menores proporções.


Haroldo Oséias de Almeida – Ambientalista
ALMEIDA, Haroldo O.